{"id":2002,"date":"2015-04-04T17:58:25","date_gmt":"2015-04-04T17:58:25","guid":{"rendered":"http:\/\/tatianabertapsicologa.com.br\/home\/?p=2002"},"modified":"2015-04-04T18:00:46","modified_gmt":"2015-04-04T18:00:46","slug":"desilusoes-amorosas-como-lidar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tatianabertapsicologa.com.br\/new\/?p=2002","title":{"rendered":"Desilus\u00f5es amorosas: como lidar?"},"content":{"rendered":"<h4 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: medium;\"><em>Psic\u00f3logo e Psicopedagogo Paulo Sergio Estevam, em entrevista para a jornalista Bianca site Vila Mulher Portal Terra<\/em><\/span><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: medium;\">Trabalhar pode ajudar a superar uma desilus\u00e3o amorosa?<\/span><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: medium;\"><a title=\"psicologo\" href=\"http:\/\/www.marisapsicologa.com.br\/psicologos.html\" target=\"_blank\">Psic\u00f3logo :<\/a>\u00a0Se por desilus\u00e3o amorosa entendermos o t\u00e9rmino de um relacionamento, podemos pensar que n\u00e3o ajudar\u00e1 a superar, por\u00e9m poder\u00e1 ajudar a \u201csair um pouco\u201d, a \u201cn\u00e3o pensar\u201d na situa\u00e7\u00e3o que est\u00e1 causando sofrimento \u2013 como se fosse uma compensa\u00e7\u00e3o, uma \u00a0 substitui\u00e7\u00e3o de algo que est\u00e1 nos faltando naquele momento. Todo relacionamento amoroso vai sendo constru\u00eddo \u00a0 aos poucos, \u00a0 baseado em troca m\u00fatua, em promessas, em momentos de carinho e cumplicidade \u2013 \u00e9 o que se pode chamar de refor\u00e7amento \u2013 o casal vai constantemente refor\u00e7ando o comportamento do outro e, ao mesmo tempo sendo refor\u00e7ado por ele \u2013 a consequ\u00eancia \u00e9 o bem-estar que sentem quando est\u00e3o juntos. No momento em que um dos dois interrompe esses refor\u00e7amentos, o outro n\u00e3o sabe bem como agir, fica confuso e sem par\u00e2metros do que est\u00e1 acontecendo com a \u00a0 rela\u00e7\u00e3o, e, sem o outro n\u00e3o poder\u00e1 ir muito longe. Ent\u00e3o a\u00ed acontece o rompimento, a separa\u00e7\u00e3o, e tamb\u00e9m uma grande desilus\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao outro, que at\u00e9 o momento havia sido t\u00e3o presente e t\u00e3o disposto. Algumas pessoas nesse momento podem \u00a0 \u201cmergulhar\u201d em outros comportamentos \u2013 como o de trabalhar em excesso \u2013 pois a\u00ed nesse momento, talvez, o fruto de seu trabalho (as consequ\u00eancias ) digamos, \u00e9 o que passa a ser refor\u00e7ador e interessante \u2013 nada al\u00e9m disso, e quanto mais a pessoa vai produzindo, mais vai se sentindo recompensada. Ela come\u00e7a ent\u00e3o a emitir outro comportamento , o de trabalhar \u00a0 por exemplo, com \u00a0 a mesma fun\u00e7\u00e3o \u2013 o prazer e a satisfa\u00e7\u00e3o pessoal.<\/span><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: medium;\">Provavelmente esse comportamento de buscar recompensas\/refor\u00e7adores em algo outro que n\u00e3o seja mais a rela\u00e7\u00e3o amorosa, e sim o trabalho, se aplique a muitas pessoas, e talvez seja funcional por um determinado per\u00edodo de tempo. Podemos pensar que a \u201cpropens\u00e3o\u201d de cada pessoa dependa tamb\u00e9m do quanto ela investia na rela\u00e7\u00e3o que terminou, do quanto ela refor\u00e7ava e era refor\u00e7ada pelo parceiro, bem como o quanto o ambiente no qual ela est\u00e1 inserida ir\u00e1 proporcionar essa possibilidade, ou seja, isso depender\u00e1 tamb\u00e9m do quanto a pessoa gosta do seu trabalho e do quanto se sente valorizada, recompensada por ele.<\/span><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: medium;\">Trabalhar tamb\u00e9m \u00a0poderia ser somente uma forma de fugir do problema?<\/span><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: medium;\"><a title=\"psicologo\" href=\"http:\/\/www.marisapsicologa.com.br\/psicologos.html\" target=\"_blank\">Psic\u00f3logo :<\/a>\u00a0Poderia ser uma forma de tentar manter a mesma sensa\u00e7\u00e3o de prazer, de bem-estar que tinha quando estava ainda vivendo a rela\u00e7\u00e3o amorosa \u2013 uma manuten\u00e7\u00e3o daquele refor\u00e7amento com a qual estava habituada, bem como evitar o desconforto que a priva\u00e7\u00e3o desses refor\u00e7os pode causar. Provavelmente n\u00e3o se trate de uma fuga, mas sim de uma forma de esquivar-se dos sentimentos aversivos que a aus\u00eancia de refor\u00e7amento do parceiro esteja lhe causando.<\/span><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: medium;\">Procurar \u201cviver\u201d essas situa\u00e7\u00f5es e aprender com elas?<\/span><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: medium;\"><a title=\"psicologo\" href=\"http:\/\/www.marisapsicologa.com.br\/psicologos.html\" target=\"_blank\">Psic\u00f3logo :<\/a>\u00a0Esse comportamento de entregar-se demasiadamente ao trabalho n\u00e3o deixa de ser uma maneira de n\u00e3o confrontar-se com a situa\u00e7\u00e3o, evitando-a.<\/span><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: medium;\">De qualquer maneira o indiv\u00edduo acaba vivendo a situa\u00e7\u00e3o \u201cfugindo ou n\u00e3o\u201d. De acordo com o Behaviorismo de B.F. Skinner, o homem age no mundo modificando-o, e ao mesmo tempo \u00e9 modificado pelas consequ\u00eancias de seu comportamento. Esse trabalho em excesso trar\u00e1 consequ\u00eancias refor\u00e7adoras para a pessoa, por\u00e9m h\u00e1 que se pensar no que aconteceu, ou no que foi acontecendo durante a rela\u00e7\u00e3o que gerou essa mudan\u00e7a de comportamentos levando ao t\u00e9rmino da rela\u00e7\u00e3o e \u00e0 desilus\u00e3o amorosa. Sem buscar compreender esses fatos ficar\u00e1 dif\u00edcil superar o desapontamento e normalizar a vida cotidiana, podendo ent\u00e3o buscar refor\u00e7adores outros que n\u00e3o seja somente o trabalho.<\/span><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: medium;\">\u00a0<\/span><\/h4>\n<div>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>*Consultas com o Psic\u00f3logo e Psicopedagogo Paulo Estevam poder\u00e3o ser agendadas tamb\u00e9m pelo email\u00a0<strong id=\"yui_3_7_2_1_1358726572003_3005\"><a id=\"yui_3_7_2_1_1358726572003_3006\" href=\"mailto:paulo.estevam.psi@gmail.com\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">paulo.estevam.psi@gmail.com<\/a>\u00a0<\/strong>ou telefones 98213.1941 (OI) e 95424.4920 (Tim)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Atendimentos em S\u00e3o Paulo (Metr\u00f4 Santa Cruz)<\/strong><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Psic\u00f3logo e Psicopedagogo Paulo Sergio Estevam, em entrevista para a jornalista Bianca site Vila Mulher Portal Terra Trabalhar pode ajudar a superar uma desilus\u00e3o amorosa? Psic\u00f3logo :\u00a0Se por desilus\u00e3o amorosa entendermos o t\u00e9rmino de um relacionamento, podemos pensar que n\u00e3o ajudar\u00e1 a superar, por\u00e9m poder\u00e1 ajudar a \u201csair um pouco\u201d, a \u201cn\u00e3o pensar\u201d na situa\u00e7\u00e3o &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":1997,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2],"tags":[413,417,418,291,412,416,249],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tatianabertapsicologa.com.br\/new\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2002"}],"collection":[{"href":"https:\/\/tatianabertapsicologa.com.br\/new\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tatianabertapsicologa.com.br\/new\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tatianabertapsicologa.com.br\/new\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tatianabertapsicologa.com.br\/new\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2002"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/tatianabertapsicologa.com.br\/new\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2002\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2010,"href":"https:\/\/tatianabertapsicologa.com.br\/new\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2002\/revisions\/2010"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tatianabertapsicologa.com.br\/new\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/1997"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tatianabertapsicologa.com.br\/new\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2002"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tatianabertapsicologa.com.br\/new\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2002"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tatianabertapsicologa.com.br\/new\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2002"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}